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Prefeitura prepara força-tarefa de fiscalização para ampliar arrecadação em Cuiabá

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Prefeitura prepara força-tarefa de fiscalização para ampliar arrecadação em Cuiabá

Alberto Romeu Redação PlantãoNews: “A prefeitura de Cuiaba vai realizar uma grande devassa fiscalizatória a partir do mês de abril com o objetivo principal principal de aumentar a arrecadação financeira dos cofres da municipalidade. A estratégia – segundo um servidor de um dos órgãos do município, é fazer um pente-fino “de uma ponta a outra da cidade”, incluindo obras irregulares, alvará de funcionamento vencido, publicidade em fachadas e, inclusive, identificando e regularizando veículos de empresas que atuam na cidade e que não estejam utilizando as placas vermelhas.

A medida, conforme uma fonte do PlantãoNews, é fazer com que aumente a arrecadação nos cofres da administração municipal e visa cobrir um rombo deixado pelo ex-prefeito Wilson Santos (PSDB). “A ordem é pegar do Coxipó até a divisa com Várzea Grande” – revelou a fonte.

A informação foi passada ao jornal há cerca de 15 dias e, o que até então não se confirmava, começa a se transformar realidade. Hoje, por exemplo a prefeitura começa a realizar um curso de “condutas e práticas de fiscalização de obras, habite-se, publicidade e procedimentos administrativos de posturas do município”. A finalidade, segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação do município tem o objetivo de capacitar administrativa e legalmente os servidores que trabalham em órgãos de fiscalização, a Prefeitura de Cuiabá.

O curso, que se estende até o dia 04 de março será ministrado pelo Sindicato dos Fiscais do Município de Cuiabá (SINDASFIMC) e consultoria, e vai reunir fiscais da Secretarias de Meio Ambiente e Assuntos Fundiários, Secretaria de Transportes Urbanos (SMTU) e Secretária de Saúde ( SMS) que atuam hoje no município de Cuiabá em diversas áreas.

A idéia de realizar a capacitação surgiu da necessidade de melhor orientar os servidores dos órgãos fiscalizadores, para que possam prestar serviços de fiscalização com a máxima garantia de legalidade dos procedimentos adotados, diz o secretário de Meio Ambiente e Assuntos Fundiários, Lécio Victor Monteiro da Silva Costa.

“A partir do curso de capacitação, a Prefeitura integra o sistema de fiscalização com metas a serem definidas em conjunto com as Secretarias. O treinamento, além de proporcionar a troca de experiências entre os participantes, vai favorecer esclarecimentos de dúvidas simples dos servidores na hora de autuar infratores, bem como será o momento adequado para apresentação de sugestões para a melhoria dos trabalhos”, destacou o Secretário.

Para o fiscal, Antônio Carlos de Oliveira, a capacitação possibilitará uma melhor compreensão, tanto jurídica como administrativa, do exercício das atribuições dos órgãos fiscalizadores. Já, Hemerston Jesus de Farias, concursado da Prefeitura, a expectativa é que o curso seja bastante esclarecedor, uma vez que apresentará casos práticos do exercício da função, bem como o poder de polícia como o qual os fiscais estão revestidos, que é amparado por Lei.

Da Comissão do Núcleo de Fiscalização, Luiz Gabriel Camargo informa que o novo sistema desenvolvido pelos próprios servidores do município busca efetivar o cumprimento das legislações pertinentes nas áreas de meio-ambiente, postura, obras, trânsito e transportes, bem como a Vigilância Sanitária, dinamizando as ações fiscais com a racionalidade da aplicação funcional do dever-poder de polícia do município, através dos seus agentes e ainda na melhoria na arrecadação das taxas municipais. A fiscalização será integrada para que profissionais que hoje atuam na área de transporte e saúde possam ser capacitados a deferir um laudo de infração, conforme o código de postura do município em todos as Secretarias.

Segundo a Coordenadora Administrativa e Financeira, Priscila de Farias, durante o treinamento os agentes de Regulação e Fiscalização terão palestra sobre Noções de Direito Administrativo e Constitucional, Direito Penal, Ética – Estatuto do servidor, Processo Administrativo Fiscal e Técnicas de abordagens. “O curso será de extrema importância para que eles conheçam mais e possam atuar como agentes na cobrança do Código de postura do Município. Cuiabá passa a contar com profissionais bem capacitados, além de fazer toda diferença no currículo desses profissionais.”

Fonte: http://www.plantaonews.com.br/conteudo/show/secao/36/materia/29333

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Por opção, desde 2011, na Fiscalização de Posturas do Meio Ambiente e Urbanismo. Um ano na Fiscalização de Posturas de Serviços Gerais. Seis anos na Fiscalização de Posturas da Fazenda (Atividades Econômicas). Quase dezesseis anos na Fiscalização Tributária (ISS, IVC, Inter Vivos e taxas). Bacharel em Administração e Direito. Pós graduada em Gestão Ambiental. Fiscal de Posturas na Prefeitura de São José do Rio Preto/SP. Denominação do cargo atual: Agente Fiscal de Posturas, sinonímia Fiscal de Atividades Urbanas Coordenadora de departamento por oito anos, sendo dois anos na chefia de fiscalização.

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2019 – Visibilidade FAU

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No dia 21 de dezembro de 2018, a FENAFISC – Federação Nacional dos Fiscais e Auditores Fiscais de Atividades Urbanas, por sua Presidente, Isabel dos Santos, lançou a campanha “2019 – Ano da Visibilidade dos Fiscais de Atividades Urbanas”… o ANO FAU!!!

Por que 2019 tem que ser o ano da visibilidade do Fiscal de Atividades Urbanas?

  • porque poucas pessoas sabem que o FAU é a ocupação descrita no código 2545-05 da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), cujos sinônimos são: Agente fiscal(atividades urbanas), Agente vistor, Auditor de atividades urbanas, Auditor fiscal de atividades urbanas, Fiscal de atividades econômicas, Fiscal de feiras livres, Fiscal de posturas, Fiscal integrado, Fiscal municipal, Fiscal urbano, Inspetor fiscal ou qualquer outra denominação criada pelas Prefeituras para denominar os seus Fiscais com poder de polícia administrativa;
  •  porque somos reconhecidos, mas a profissão não é regulamentada nacionalmente, mesmo existindo desde 1828 no Brasil e presente em todas as 5.570 cidades;
  • porque é preciso profissionalizar a carreira, acessível única e exclusivamente por concurso público;
  •  porque é mais do que necessário que se discuta a segurança, os recursos de trabalho e o contínuo aperfeiçoamento do “ser FAU”.

É preciso que esta campanha não tenha “pais” e “mães”.

É preciso que esta campanha seja adotada pessoalmente por cada Fiscal.

É preciso que ocorram atos e fatos simultaneamente em todas as Fiscalizações do Brasil.

É preciso que encontremos soluções nacionais para que depoimentos como este aqui transcrito, com fatos ocorridos no mesmo dia de lançamento da campanha, sejam coisa do passado.


Está na hora de repensar a atuação da fiscalização

Colegas, precisamos repensar a forma de atuação da fiscalização de BH.

Nesta última sexta dia 21/12/18, 4 fiscais foram convocados para uma ação de reintegração de posse de terreno público em área de ZEIS, no aglomerado Morro das pedras, região oeste de nossa cidade.

Fomos convocados para nos apresentar às 07:30h na regional e logo a seguir, apresentarmo-nos na 125 cia de polícia, próxima a uns 200 do local invadido.

Assim que todo o aparato brifou, partimos para a ação.

Inicialmente , o efetivo dispensado em nossa segurança contava com uma equipe do GEPAR, com três policiais e duas viaturas da GM com 6 ocupantes, além dos 4 fiscais e motoristas e 15 auxiliares para promover a derrubada dos barracos em construção e dos provisórios instalados na área.

Fomos mal recebidos e bloquearam nossa passagem.

Ficaram gritando , insultando os policiais, a nossa equipe e exigiram a presença do advogado no local.

Assim ficamos até às 10h aproximadamente.

Neste ínterim, fomos ameaçados de morte, fomos atacados e a pm e a gm não tinham o efetivo para conter a população.

Às 10:20h aprox. chegou uma outra equipe da pm, e iniciou negociação com os moradores.

Negociaram por conta própria que só as moradias q não estavam habitadas seriam demolidas, em vão.

Começou o confronto, e ficamos sem nenhuma proteção.

Dois fiscais agredidos e um auxiliar ferido por pedrada na cabeça.

O auxiliar foi socorrido por nosso motorista da regional e ficamos sem transporte no morro.

Fomos alvejados por 2 a 3 tiros disparados por moradores do aglomerado.

Escutei os estampidos passando perto.

Eu e outro fiscal fomos avisados pela pm q a nossa entrada estaria garantida e fomos até a cia buscar os auxiliares q teriam se deslocado para lá.

Descemos o morro sem escolta e meu colega foi apedrejado no caminho.

Conversamos com os auxiliares que se encontravam extremamente chocados e abalados pela ação e se recusaram a voltar e derrubar as construções.

Às 12h, chegaram o bope, a tropa de choque e dominaram o cenário.

Só que os auxiliares já tinham ido embora e ação terminou sem a derrubada do barracos.

Não possuímos treinamento para confronto, não temos equipamentos de proteção apropriado e não possuímos armamento para nossa segurança.

Dessa vez corremos sério risco de sermos mortos.

Ficamos 4h numa praça de guerra “num salve-se quem puder”. 

Iniciei esse post com a mesma frase que termino: está na hora de repensar a atuação da fiscalização.

Carlos Henrique Caldeira, Fiscal em Belo Horizonte, em post no dia 23/12/18

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O bom exemplo de Cabo Frio, RJ

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Porque divulgar bons exemplos é o objetivo deste site, fica aqui o registro que foi feito pela Coordenadoria de Posturas de Tamoios, o 2º Distrito de Cabo Frio, RJ, no dia de hoje, 20 de dezembro de 2018.

Mais uma conquista de um governo empenhado em promover a ordem pública. Foi inaugurado hoje, o novo depósito da Coordenadoria de Posturas em Tamoios.
#pracegover
Na foto, a equipe da superintendência de Posturas de Tamoios, em frente ao novo depósito que será utilizado para armazenar o material das apreensões. #recadastramento2018 #coordenadoriadeposturas#sedesc #prefeituradecabofrio


Parabéns, aos #Fiscais e à chefia que valoriza e reconhece o trabalho fiscal!

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Luz no fim do túnel: Prefeitura condenada por agressão

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Prefeitura foi condenada porque agente foi agredido durante ação fiscal.

Registro a notícia como uma luz no fim do túnel para todos os #Fiscais que são obrigados a cumprir agenda fiscal sem que a Prefeitura cuide da sua segurança.

“não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”

A Prefeitura de Jacareí foi condenada pela Justiça a pagar R$ 10 mil por danos morais e R$ 2 mil por danos materiais a um servidor público que estava em desvio de função e que, por conta da negligência da administração em oferecer segurança para o desempenho de seu trabalho, acabou espancado e ficou com sequelas permanentes.

O servidor é concursado como oficial administrativo mas, na ocasião, desempenhava a função de fiscal ambiental, com a responsabilidade de medição de ruídos sonoros em locais alvos de denúncias da população.

O caso ocorreu há seis anos, em maio de 2012. A sentença judicial é do dia 8 de maio e a decisão foi publicada nesta sexta-feira (11), no Diário Oficial. Ainda cabe recurso.

Segundo o advogado do STPMJ (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Jacareí), Ricardo Nobuo Harada, que representou o servidor na ação, a decisão é uma vitória. “A Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio, que colocou o servidor em uma situação insegura sem ter tomado nenhuma providência para resguardá-lo”, disse.

Em um trecho da sentença, o juiz Samir Dancuart Omar, da Vara da Fazenda Pública de Jacareí, afirma que “não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”.

“A saúde e a segurança dos trabalhadores devem vir sempre em primeiro lugar, em todos os departamentos da prefeitura. Que essa condenação sirva de lição para que episódios tristes como esse não voltem a acontecer nunca mais na Prefeitura de Jacareí”, disse a presidente do STPMJ, Sueli Cruz.

ENTENDA O CASO

O servidor foi agredido quando fazia um trabalho de rotina de fiscalização por perturbação do sossego público. No dia 26 de maio de 2012 foram acionados para verificar o nível de som gerado por veículos em um baile funk que acontecia ao ar livre, na periferia da cidade.

Chegando lá, o servidor, que operava um decibilímetro (equipamento medidor de nível de pressão sonora), ficou perto de um carro com som alto para fazer uma medição mais precisa. Neste momento, um grupo se aproximou e o espancou.

Ele perdeu os sentidos e foi levado com vários ferimentos para a Santa Casa de Misericórdia, onde ficou vários dias internado.

Na operação, a prefeitura não havia solicitado apoio da Polícia Militar nem da Guarda Civil Municipal, mesmo sabendo que se tratava de local perigoso.

Fonte: https://goo.gl/QNLg9F

“Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”

Com a decisão, o advogado avalia que a Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio. “Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”, disse.

Outro lado

A Prefeitura de Jacareí esclarece que não é comum a prática de desvio de função. Atualmente os funcionários da prefeitura, responsáveis pela fiscalização de Normas e Posturas do Município, sempre realizam suas operações acompanhados da Guarda Civil Municipal e, dependendo do caso, conta ainda com o apoio da Polícia Militar.

Sobre o caso, a Procuradoria Geral do Município está avaliando se irá recorrer da decisão.”

Fonte: https://goo.gl/3CyATK

 

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