Criticar ou Fazer a Diferença?

Criticar ou Fazer a Diferença?
As pessoas podem escolher: ou criticar ou fazer a diferença!
Somos parte de um grupo de fiscais que resolveu fazer a diferença.
Praticamos a solidariedade, agindo com responsabilidade social.
Não alardeamos o que é feito… só fazemos.
Não somos iguais, nem de longe! Mas, um pedido de ajuda gera entre nós uma rápida mobilização, seja sob a forma de doação de alimentos, de roupas, de medicamentos, de atenção, de carinho, de apoio às iniciativas individuais ou coletivas ou de presença em movimentos sociais ou políticos.
Estamos ligados uns aos outros por laços mais fortes do que os decorrentes do coleguismo de trabalho, numa espécie de resgate. E escolhemos fazer a diferença.
Foi com este espírito de fazer a diferença que nós, esta editora e o fiscal, Noriedson Mateus Marino, dedicamos o mês de maio a divulgar, via bate-papo presencial e virtual, o trabalho do Fiscal de Posturas.
Com o concurso para Fiscal de Posturas em andamento e sendo realmente necessário aumentar o efetivo fiscal, este trabalho de divulgação foi feito para que os candidatos saibam o que os espera.
Nossa rotina não é fácil, lidamos diuturnamente com o confronto. Não há glamour, só muito trabalho a ser feito… e divulgamos isto.
Desejamos, realmente, que os novos Fiscais de Posturas assumam seus cargos para fazer a diferença.
Boa sorte aos candidatos!

Maio/2011

Para “tomar a dianteira, assumindo iniciativas, quando há paralisia”, recomendo este texto controvelzado:
Na vida podemos ser escultor ou escultura.
Qual é a sua escolha?
Com metas claras e motivadoras, você pode fazer muita diferença.
“Fazer a diferença” é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados.
Em uma reunião de negociação, as pessoas caminham para um impasse.
As condições oferecidas pelos compradores são inaceitáveis pelos vendedores, que vão perder dinheiro no curto prazo.
Naquele momento, você apresenta um argumento que compensa a pequena perda imediata, com ganhos substanciais no médio prazo.
Fica claro que aquela é a melhor solução para todos.
A negociação entra num estágio de “ganha – ganha” e logo o contrato está assinado.
Naquele momento, sua iniciativa e visão ampliada fizeram a diferença.
Num trabalho comunitário, por exemplo servindo refeições, a fila está enorme, as pessoas estão reclamando, os que servem estão desorganizados e perdidos.
Aí entra você e com poucas palavras e muita competência, encoraja os colaboradores e rapidamente organiza tudo, acabando com as filas e garantindo que cada um tenha sua refeição.
Você causou encantamento.
Naquele momento, só você tinha a competência para resolver aquela situação. Uma ação era necessária e você não se omitiu. Você disse as palavras de estímulo que incentivaram cada um a dar o melhor de si.
Você orientou sobre quem faz o que e em que seqüência.
Naquele momento você fez a diferença.
Quem não faz diferença passa desapercebido, talvez não atrapalhe, mas com certeza não contribui.
Quem não faz diferença é apenas um rosto oculto e enevoado no meio de uma multidão de desconhecidos.
Fazer a diferença significa muitas coisas, por exemplo:
Direcionar os seus potenciais e talentos a serviço de uma empresa, entidade ou causa.
Comprometer-se com os resultados que precisam ser alcançados, com um sentido claro de prioridades, de prazos e finalização.
Assumir a liderança de uma atividade, coordenando os esforços de muitos para assegurar o atingimento de objetivos.
Comunicar-se com clareza, equilibrando o falar com firmeza com o ouvir ativamente.
Tomar a dianteira, assumindo iniciativas, quando há paralisia.
Correr os riscos de oferecer a “mão amiga”, mesmo quando isto não foi solicitado.
Saber trabalhar em equipe, integrando as necessidades de brilhar individualmente com a construção de uma belíssima constelação.
Saber planejar para que as idéias se transformem efetivamente em realidades concretas e palpáveis.
Fazer a diferença é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados.
A pergunta básica é: você quer fazer a diferença? (muitos não querem, pois é muito mais fácil!).
Se você quer, então estabeleça as suas metas.

Fonte:

Noriedson Mateus Marino Noriedson Mateus Marino, Professor Convidado do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu / FAMERP, Agente Fiscal de Posturas há 21 anos, Presidente da Associação dos Fiscais de Posturas de São José do Rio Preto/SP.

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