A Fiscalização de Posturas Perde Sem Plano de Cargos, Carreiras e Salários

Legislação Frankenstein.

A Fiscalização de Posturas Perde Sem Plano de Cargos, Carreiras e Salários

“… O atual Plano, de 1988, além de totalmente defasado, foi mutilado pela aprovação, nestas duas últimas décadas, de um grande número de leis que, satisfazendo interesses de alguns setores específicos, ampliaram as diferenças de remuneração, “abrindo” o leque salarial da Prefeitura.

(…)

Primeiro tivemos a criação da GRF – Gratificação de Resultado Fazendário. A AIAMU, entidade que representa os agentes fiscais de receita pressionou e conseguiu aprovar lei que aumentou consideravelmente a remuneração dos funcionários fazendários. Na prática uma absurda quebra de isonomia salarial que beneficiou especialmente os “príncipes” da Fazenda e da Prefeitura, os agentes fiscais. A seguir a GRF foi ampliada, beneficiando os servidores da Coordenação de Programação Orçamentária: virou GRF-CPO. Em seguida os procuradores municipais (PGM) conseguiram ampliar os efeitos das leis anteriores e aí a GRF-CPO virou GRF-PO-PGM, uma verdadeira “sopa de letras”…”

Isto acontece em Porto Alegre /RS, mas bem poderia ser em outros tantos Municípios…

Leia mais em http://rsurgente.opsblog.org/2011/06/18/os-frankensteins-do-governo-fo-fo/

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