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“… autoridade que toma a decisão na cidade é o prefeito e ele está acima do secretário e acima do fiscal”

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Toma tento! Olha o estado da kombosa da Fiscalização!!!

Toma tento! Olha o estado da kombosa da Fiscalização!!!

Em São Carlos, mais uma situação esquisita (ilegal, sem ética, desrespeitosa) da “otoridade” de plantão. Vai lendo!!!

Fiscais

E amanhã os fiscais da Prefeitura irão se reunir com sindicalistas. Eles estão se sentido rebaixados e desprestigiados por causa das falas do prefeito Paulo Altomani no caso do bar da Rua Larga. Para quem não se lembra, os fiscais fecharam o estabelecimento comercial por causa do alvará vencido e o prefeito mandou reabrir.

Fiscais 2

As informações dos bastidores apontam para uma manifestação (pacífica) dos fiscais contra o alcaide.”

Fonte: http://www.jornalpp.com.br/torpedos/item/65080-torpedos-13-07-2014


Para entender:

O prefeito Paulo Altomani falou na manhã desta quinta, 10, para a Intersom FM sobre a polêmica da abertura de um bar na avenida Dr. Teixeira de Barros, a Rua Larga. O caso tem despertado polêmica em São Carlos. A reportagem da emissora da Vila Nery ouviu tanto a secretaria de comunicação do município, bem como o próprio chefe do executivo.

Em nota a secretaria de comunicação disse que “em relação à autorização de funcionamento do comércio varejista de bebidas o proprietário do estabelecimento possuía o alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros, mas que o que estava vencida era a licença da Vigilância Sanitária, cuja renovação havia sido solicitada on-line, já que no horário pedido a Prefeitura e suas secretarias estavam fechadas devido ao jogo da Seleção (no dia do requerimento). O proprietário procurou o prefeito Paulo Altomani que ainda estava em seu gabinete naquele dia e que o mesmo analisou que a situação não justificaria o fechamento do estabelecimento e autorizou o funcionamento. A licença da Vigilância Sanitária foi renovada na última segunda-feira (7) e o estabelecimento voltou a funcionar normalmente”.

Falando a Intersom, Altomani confirmou que autorizou a abertura do bar, pois seus fiscais estiveram na Larga na última sexta, junto com a PM para autuar e fechar o estabelecimento. Segundo Altomani, os fiscais da Secretaria de Habitação estiveram no local 15 dias antes e haviam confirmado que tudo funcionava a contento. Segundo Altomani, os proprietários já tinham protocolado pedido para regularização da situação do bar junto da Vigilância Sanitária. “Eles me procuraram na sexta-feira e apenas eu estava trabalhando na Prefeitura, por isso tenho orientado os fiscais para que tomem a atitude educativa e mediante o protocolo que se tinha em mãos eu tomei a iniciativa de autorizar (o bar) a funcionar até segunda-feira para que se regularize a situação junto a Vigilância Sanitária. Acho que temos que orientar e não punir”, disse.

O prefeito afirmou textualmente que neste caso não ocorreu nenhuma irregularidade e nenhuma ultrapassagem sua sobre a lei. Questionado pelo repórter da Intersom, Thiago Caporasso sobre a elaboração de um boletim de ocorrência sobre o assunto, Altomani disparou: “Não estou preocupado se foi elaborado ou não, se foi, a Polícia Civil taí e a minha resposta é essa para eles também, porque a autoridade que toma a decisão na cidade é o prefeito e ele está acima do secretário e acima do fiscal”.”

Fonte: http://www.saocarlosemrede.com.br/noticias/item/27528-altomani-fala-sobre-pol%C3%AAmica-de-fechamento-de-bar-na-rua-larga


E ainda deu autorização por escrito (manuscrita)… MP cadê você???

http://www.dbc.fm.br/noticia/cidade/2014/07/06/15643/prefeito-paulo-altomani-manda-que-bar-fechado-por-irregularidade-seja-reaberto-na-rua-larga


Nas últimas colunas relatamos situações que têm desmoralizado a equipe de fiscalização da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano. Há semanas, um bar foi autuado pela fiscalização e o secretário Júlio Soldado permitiu a reabertura, talvez porque o dono do comércio seria “amigo do rei”. Nesta semana, o personagem é nada mais nada menos que o prefeito Paulo Altomani.

Remorso

Sem remorso, o prefeito admitiu que escreveu uma carta de próprio punho autorizando a reabertura de um comércio de bebidas da rua Larga, estabelecimento que horas antes foi fechado por falta de alvará da Vigilância Sanitária.

Justificativas

O prefeito justificou: disse que o comércio providenciava o alvará e que a situação perante os bombeiros estava regularizada. Também deu uma lição: disse que os fiscais precisam agir de forma educativa e não punitiva.

Otoridade

Para completar o discurso, o prefeito Paulo Altomani foi questionado pelo repórter Thiago Caporasso sobre as consequências do ato, que inclusive teria sido objeto de um Boletim de Ocorrência e tascou: “Não estou preocupado se foi elaborado ou não [no caso, o BO], se foi, a Polícia Civil taí e a minha resposta é essa para eles também, porque a autoridade que toma a decisão na cidade é o prefeito e ele está acima do secretário e acima do fiscal”.

E agora, José?

Agora, nós perguntamos: com que moral o setor de fiscalização da Prefeitura vai a um estabelecimento fazer a autuação se correm o risco de terem as ordens desfeitas pelo “chefe-mor”? Outra pergunta: mas as leis que regem esse país não são superiores a qualquer pessoa que esteja no poder, inclusive o prefeito?

Recordar

Vale lembrar que em 2013, o prefeito disse à Rádio Intersom que na habitação existiam funcionários que criavam dificuldades para vender facilidades. Essa declaração gerou processo por assédio moral. Será que estamos prestes a viver outro processo de assédio moral…?”

Fonte: http://www.saocarlosdiaenoite.com.br/lmno/acidas-da-politica/item/39739-%C3%A1cidas-da-pol%C3%ADtica-a-gente-bem-que-avisou

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Por opção, desde 2011, na Fiscalização de Posturas do Meio Ambiente e Urbanismo. Um ano na Fiscalização de Posturas de Serviços Gerais. Seis anos na Fiscalização de Posturas da Fazenda (Atividades Econômicas). Quase dezesseis anos na Fiscalização Tributária (ISS, IVC, Inter Vivos e taxas). Bacharel em Administração e Direito. Pós graduada em Gestão Ambiental. Fiscal de Posturas na Prefeitura de São José do Rio Preto/SP. Denominação do cargo atual: Agente Fiscal de Posturas, sinonímia Fiscal de Atividades Urbanas Coordenadora de departamento por oito anos, sendo dois anos na chefia de fiscalização.

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2019 – Visibilidade FAU

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No dia 21 de dezembro de 2018, a FENAFISC – Federação Nacional dos Fiscais e Auditores Fiscais de Atividades Urbanas, por sua Presidente, Isabel dos Santos, lançou a campanha “2019 – Ano da Visibilidade dos Fiscais de Atividades Urbanas”… o ANO FAU!!!

Por que 2019 tem que ser o ano da visibilidade do Fiscal de Atividades Urbanas?

  • porque poucas pessoas sabem que o FAU é a ocupação descrita no código 2545-05 da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), cujos sinônimos são: Agente fiscal(atividades urbanas), Agente vistor, Auditor de atividades urbanas, Auditor fiscal de atividades urbanas, Fiscal de atividades econômicas, Fiscal de feiras livres, Fiscal de posturas, Fiscal integrado, Fiscal municipal, Fiscal urbano, Inspetor fiscal ou qualquer outra denominação criada pelas Prefeituras para denominar os seus Fiscais com poder de polícia administrativa;
  •  porque somos reconhecidos, mas a profissão não é regulamentada nacionalmente, mesmo existindo desde 1828 no Brasil e presente em todas as 5.570 cidades;
  • porque é preciso profissionalizar a carreira, acessível única e exclusivamente por concurso público;
  •  porque é mais do que necessário que se discuta a segurança, os recursos de trabalho e o contínuo aperfeiçoamento do “ser FAU”.

É preciso que esta campanha não tenha “pais” e “mães”.

É preciso que esta campanha seja adotada pessoalmente por cada Fiscal.

É preciso que ocorram atos e fatos simultaneamente em todas as Fiscalizações do Brasil.

É preciso que encontremos soluções nacionais para que depoimentos como este aqui transcrito, com fatos ocorridos no mesmo dia de lançamento da campanha, sejam coisa do passado.


Está na hora de repensar a atuação da fiscalização

Colegas, precisamos repensar a forma de atuação da fiscalização de BH.

Nesta última sexta dia 21/12/18, 4 fiscais foram convocados para uma ação de reintegração de posse de terreno público em área de ZEIS, no aglomerado Morro das pedras, região oeste de nossa cidade.

Fomos convocados para nos apresentar às 07:30h na regional e logo a seguir, apresentarmo-nos na 125 cia de polícia, próxima a uns 200 do local invadido.

Assim que todo o aparato brifou, partimos para a ação.

Inicialmente , o efetivo dispensado em nossa segurança contava com uma equipe do GEPAR, com três policiais e duas viaturas da GM com 6 ocupantes, além dos 4 fiscais e motoristas e 15 auxiliares para promover a derrubada dos barracos em construção e dos provisórios instalados na área.

Fomos mal recebidos e bloquearam nossa passagem.

Ficaram gritando , insultando os policiais, a nossa equipe e exigiram a presença do advogado no local.

Assim ficamos até às 10h aproximadamente.

Neste ínterim, fomos ameaçados de morte, fomos atacados e a pm e a gm não tinham o efetivo para conter a população.

Às 10:20h aprox. chegou uma outra equipe da pm, e iniciou negociação com os moradores.

Negociaram por conta própria que só as moradias q não estavam habitadas seriam demolidas, em vão.

Começou o confronto, e ficamos sem nenhuma proteção.

Dois fiscais agredidos e um auxiliar ferido por pedrada na cabeça.

O auxiliar foi socorrido por nosso motorista da regional e ficamos sem transporte no morro.

Fomos alvejados por 2 a 3 tiros disparados por moradores do aglomerado.

Escutei os estampidos passando perto.

Eu e outro fiscal fomos avisados pela pm q a nossa entrada estaria garantida e fomos até a cia buscar os auxiliares q teriam se deslocado para lá.

Descemos o morro sem escolta e meu colega foi apedrejado no caminho.

Conversamos com os auxiliares que se encontravam extremamente chocados e abalados pela ação e se recusaram a voltar e derrubar as construções.

Às 12h, chegaram o bope, a tropa de choque e dominaram o cenário.

Só que os auxiliares já tinham ido embora e ação terminou sem a derrubada do barracos.

Não possuímos treinamento para confronto, não temos equipamentos de proteção apropriado e não possuímos armamento para nossa segurança.

Dessa vez corremos sério risco de sermos mortos.

Ficamos 4h numa praça de guerra “num salve-se quem puder”. 

Iniciei esse post com a mesma frase que termino: está na hora de repensar a atuação da fiscalização.

Carlos Henrique Caldeira, Fiscal em Belo Horizonte, em post no dia 23/12/18

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O bom exemplo de Cabo Frio, RJ

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Porque divulgar bons exemplos é o objetivo deste site, fica aqui o registro que foi feito pela Coordenadoria de Posturas de Tamoios, o 2º Distrito de Cabo Frio, RJ, no dia de hoje, 20 de dezembro de 2018.

Mais uma conquista de um governo empenhado em promover a ordem pública. Foi inaugurado hoje, o novo depósito da Coordenadoria de Posturas em Tamoios.
#pracegover
Na foto, a equipe da superintendência de Posturas de Tamoios, em frente ao novo depósito que será utilizado para armazenar o material das apreensões. #recadastramento2018 #coordenadoriadeposturas#sedesc #prefeituradecabofrio


Parabéns, aos #Fiscais e à chefia que valoriza e reconhece o trabalho fiscal!

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Luz no fim do túnel: Prefeitura condenada por agressão

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Prefeitura foi condenada porque agente foi agredido durante ação fiscal.

Registro a notícia como uma luz no fim do túnel para todos os #Fiscais que são obrigados a cumprir agenda fiscal sem que a Prefeitura cuide da sua segurança.

“não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”

A Prefeitura de Jacareí foi condenada pela Justiça a pagar R$ 10 mil por danos morais e R$ 2 mil por danos materiais a um servidor público que estava em desvio de função e que, por conta da negligência da administração em oferecer segurança para o desempenho de seu trabalho, acabou espancado e ficou com sequelas permanentes.

O servidor é concursado como oficial administrativo mas, na ocasião, desempenhava a função de fiscal ambiental, com a responsabilidade de medição de ruídos sonoros em locais alvos de denúncias da população.

O caso ocorreu há seis anos, em maio de 2012. A sentença judicial é do dia 8 de maio e a decisão foi publicada nesta sexta-feira (11), no Diário Oficial. Ainda cabe recurso.

Segundo o advogado do STPMJ (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Jacareí), Ricardo Nobuo Harada, que representou o servidor na ação, a decisão é uma vitória. “A Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio, que colocou o servidor em uma situação insegura sem ter tomado nenhuma providência para resguardá-lo”, disse.

Em um trecho da sentença, o juiz Samir Dancuart Omar, da Vara da Fazenda Pública de Jacareí, afirma que “não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”.

“A saúde e a segurança dos trabalhadores devem vir sempre em primeiro lugar, em todos os departamentos da prefeitura. Que essa condenação sirva de lição para que episódios tristes como esse não voltem a acontecer nunca mais na Prefeitura de Jacareí”, disse a presidente do STPMJ, Sueli Cruz.

ENTENDA O CASO

O servidor foi agredido quando fazia um trabalho de rotina de fiscalização por perturbação do sossego público. No dia 26 de maio de 2012 foram acionados para verificar o nível de som gerado por veículos em um baile funk que acontecia ao ar livre, na periferia da cidade.

Chegando lá, o servidor, que operava um decibilímetro (equipamento medidor de nível de pressão sonora), ficou perto de um carro com som alto para fazer uma medição mais precisa. Neste momento, um grupo se aproximou e o espancou.

Ele perdeu os sentidos e foi levado com vários ferimentos para a Santa Casa de Misericórdia, onde ficou vários dias internado.

Na operação, a prefeitura não havia solicitado apoio da Polícia Militar nem da Guarda Civil Municipal, mesmo sabendo que se tratava de local perigoso.

Fonte: https://goo.gl/QNLg9F

“Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”

Com a decisão, o advogado avalia que a Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio. “Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”, disse.

Outro lado

A Prefeitura de Jacareí esclarece que não é comum a prática de desvio de função. Atualmente os funcionários da prefeitura, responsáveis pela fiscalização de Normas e Posturas do Município, sempre realizam suas operações acompanhados da Guarda Civil Municipal e, dependendo do caso, conta ainda com o apoio da Polícia Militar.

Sobre o caso, a Procuradoria Geral do Município está avaliando se irá recorrer da decisão.”

Fonte: https://goo.gl/3CyATK

 

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