Nota de Repúdio a ataques contra a categoria

Noite de plantão, início às 20h da sexta-feira com fechamento às 2h do sábado, dia 4 de julho de 2015.

Reunidos os de sempre: Polícia, Conselheiro Tutelar, Promotor e Fiscal. Operação convocada e programada pela Polícia Militar em reunião no dia 01 de julho de 2015.

Saldo da operação integrada: autuações e interdições de alguns comércios irregulares.

Noite de sábado, dia 4 de julho de 2015, Fiscal, voltando de uma festa no carro da família, fotografa alguns dos estabelecimentos que descumpriram as ordens de interdição e as autuações.

Noite de sábado, dia 4 de julho de 2015, cônjuge de Fiscal, dirigindo o carro da família, tem o para-brisa apedrejado e estilhaçado.

O cônjuge de Fiscal para o carro e é, imediatamente, agredido pelo Ouvidor da Prefeitura e frequentadores de um dos comércios que descumpriu a ordem de interdição e a autuação.

O veículo é vandalizado. O cônjuge de Fiscal é agredido, defendendo-se como pode.

Moral da história: tanto faz se houve excesso ou não, tanto faz se tem um lado com maior razão do que o outro… o que realmente choca é “pra que Justiça?”, se podemos nos portar como animais.

04/07/2015

04/07/2015

04/07/2015

04/07/2015

04/07/2015


Neste ponto, faço um aparte na história que estou relatando. Quero que prestem atenção:

1º) Polícia, Conselheiro Tutelar, Promotor e Fiscal estavam todos na mesma Força Tarefa, mas apenas Fiscal teve intercorrência resultante da operação integrada… até agora;

2º) toda e qualquer interdição é um ato de força do Estado, é uma medida extrema usada  com muito cuidado. Interromper uma atividade econômica só acontece respeitando-se o devido processo legal. Na história, das interdições e autuações fiscais, foram apoio e testemunhas oculares Polícia, Conselho Tutelar e Promotor, ou seja, Fiscal não agiu com excesso/abuso ou desvio de poder; e

3º) Fiscal é Fiscal 24h… não é agradável, não se ganha para isto, mas é o que ocorre! Fiscal investido no cargo de Fiscal está sempre de olho, observando. A cidade é a casa do Fiscal. Na história, Fiscal agiu como Fiscal, fez fotos para provar a desobediência às interdições, às autuações.

Matutei quando soube desta história e continuo matutando… o que leva uma pessoa, investida no cargo público de Ouvidor da Prefeitura, a se meter onde não é chamado?

Pior, o que leva um Ouvidor a agredir moralmente Fiscal e fisicamente o cônjuge de Fiscal no meio da rua, na frente de um comércio interditado e autuado horas antes?

Bebeu demais? O remédio da caixinha estava vencido? Pode ser!

Ficasse esta história de Ouvidor da Prefeitura e cônjuge de Fiscal na agressão, não seria desculpável (até porque se trata de crime), mas seria compreensível, considerando-se o estrago que várias tequilas ou falta de lambida na caixinha podem causar em algumas pessoas.

Mas a história não parou aí!

Continuemos.


Este é o relato que Fiscal fez ao Delegado de Polícia (ocorreu um crime, não se esqueçam!) na segunda-feira, dia 6 de julho de 2015:

Senhor Delegado,

A par dos meus cumprimentos, venho oferecer o relato de incidente acontecido, no último sábado 04 de julho de 2015.

RELATO:

Sexta-feira, 03 de julho no período das 20h às 02h da manhã participei do Plantão Força Tarefa, com a participação da Polícia Militar, Conselho Tutelar e o Poder Judiciário, onde autuamos e interditamos alguns comércios irregulares, que por algum motivo não dispunham de autorização para funcionamento.

No sábado, 04 de julho ao voltar com a minha família da Festa Julina no Colégio Municipal Abdon Elias, identifiquei que dois dos comércios interditados pelo Plantão Força Tarefa, estavam abertos, descumprindo Auto de Infração n° 0000 e o de n° 000 respectivamente, imediatamente fiz uso do meu celular, fotografei os estabelecimentos para servir de objeto de prova da desobediência dos comerciantes.

Ao me deixar em casa com meus filhos, o meu esposo retornou ao campo de futebol Toca do Coelho onde havia deixado seus amigos W… e A…, pois o time de futebol de masters que ambos acompanham, tinha acabado de jogar. Não encontrando mais W… e A…, meu esposo retornou para casa, quando passava em frente ao Comércio D…DE BEBIDAS…, sito a Quadra 00 Lote 00 Sala 0 – Centro – Santo Antônio do Descoberto, recebeu uma pancada no pára-brisas do veículo Fiat Uno Vivace de placa OOO-0000, de minha propriedade, que imediatamente quebrou, ao parar o veículo na rua lateral, o senhor LUIZ CLAÚDIO CEZÁRIO (Neguinho Roriz), que é Ouvidor Municipal, que por sinal consumia neste mesmo estabelecimento, partiu para cima do meu esposo o senhor F… (F… Lobão), usando de xingamentos ao seu falecido pai, falando que iria colocar seus irmãos na cadeia e que meu esposo era um gordo imundo, um porco sujo e seboso e quem era ele para fotografar e fiscalizar o comércio da cidade. Meu esposo disse que quem tirou as fotografias não tinha sido ele e sim sua esposa (eu), pois ela era Fiscal de Posturas e estava zelando pelo seu serviço. O senhor Luiz Cláudio Cezário gritava na rua dizendo: _ Quem é esta vagabunda surrada que só está na fiscalização por maracutaia? Esta vagabunda deveria estar em casa e não coagindo os comerciantes de bem desta cidade. Foi quando meu esposo pediu que ele me respeitasse o senhor Luiz Cláudio Cezário pegou um banco de madeira para agredir o meu esposo, que imediatamente tomou o banco, causando escoriações no braço direito, não satisfeito o senhor Luiz Cláudio Cezário pegou um pau e deu algumas pauladas, que foram defendidas pelo meu esposo. Ao sair correndo xingando meu esposo de porco sujo e imundo o senhor Luiz Cláudio Cezário pegou pedras e começou a depredar o meu veículo, danificando o vidro traseiro, o lateral traseiro esquerdo, a porta do motorista e o capô do carro, pois o pára-brisa dianteiro já havia quebrado. Sem ter como conter a fúria do senhor Luiz Cláudio Cezário, meu esposo interceptou a viatura da Polícia Militar que vinha do sentido PED XI – Centro pedindo socorro.

Tal relato se faz necessário senhor, pois espero que Vossa Senhoria tome as devidas providências administrativas, pois fui duramente coagida, denegrida, atacada e difamada no pleno exercício da função a qual fui aprovada em Concurso Público, e que constantemente venho sendo perseguida pelo Ouvidor Municipal.

Segue anexo a este:

  • Cópia do Auto de Infração n° 0000 e n° 000;
  • Fotografias que comprovam a DESOBEDIÊNCIA dos comerciantes;
  • Cópia dos ataques em Rede Social do senhor Luiz Cláudio Cezário;
  • Fotografias tiradas pela Polícia Militar do meu veículo totalmente depredado no local do incidente;

Por ser verdade o teor deste relato, assino o presente, antes aguardo posicionamento deste Departamento para as devidas sanções administrativas.

Santo Antônio do Descoberto, 06 de julho de 2015.

Cibele… Melgaço Gomes.


Atacada por quem deveria ser imparcial

Um Ouvidor é quem escuta o cidadão, quando a instituição procurada se recusou a fazê-lo.

Quem recorre ao Ouvidor, apela para alguém que pode cobrar resultados da instituição.

O que se espera de um Ouvidor?

Tirem suas conclusões…  e o que divulgo aqui foi postado no Facebook publicamente, nada foi obtido de publicação privada, ou seja, para quem quiser ler.

Este é Luiz Claudio Cezario, Ouvidor da Prefeitura em Santo Antônio do Descoberto, GO.

Ofendendo, difamando e caluniando a Fiscal e seu cônjuge

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