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A média das máximas beira 32°. Por 71 anos foi só Rio Preto. Oficialmente, já registrou 40° de máxima, mas acho que medidos na sombra. É cidade polo para a circulação de 2 milhões de pessoas, mas só 425 mil moram nas 151 mil casas da área urbana desta cidade de 164 anos.

Não tem para ninguém… é quente, linda e é a melhor cidade do Estado de São Paulo para se viver e a segunda melhor cidade do Brasil para se morar, segundo a FIRJAN. Concordo, para ficar melhor, só se tivesse praia. Já falei que São José do Rio Preto, SP, é quente?

Construção civil, comércio e serviços absorvem 53% das 255 mil pessoas economicamente ativas, embora o ganho individual não ultrapasse três salários mínimos. E, daí? É uma cidade de empreendedores, 13 mil buscam um lugar ao sol por ano para se juntar às outras 66 mil empresas regulares. Mas, a crise também bateu por aqui, a FIRJAN diz que o desenvolvimento caiu do estágio alto para médio, é que a empregabilidade anda ruim (37 mil com auxílio desemprego), mas continuam altos os índices de saúde e educação (que melhorou, vivaaa!) e 103 mil limparam o nome.

A frota local é de 350 mil veículos, descartando 2,4 mil toneladas de pneus por ano. A população é motorizada, 80% tem carro, camionete ou moto para trafegar em 1.500 km de ruas asfaltadas e usar as mais de 4 mil oficinas. Ainda dá para almoçar por R$10 am alguns dos 4,8 mil restaurantes e bares.

São 3 habitantes a cada metro quadrado da área urbana, com 100% de água tratada e 98% de esgoto. Só 25% da água é captada superficialmente, todo o resto vem dos Aquíferos Bauru e Guarani. Água de chuva é problema, aprimorar o sistema de drenagem é caro e demorado e ainda causa um tremendo passivo ambiental (+ou- 150 mil árvores). A geração de resíduos sólidos é de mais de 130 mil toneladas por ano, dentre os quais mais de 10 mil são resíduos dos serviços de saúde (a atividade carro-chefe da economia riopretense).

O riopretense só tem 8m², mas vai ficar com 14 m² de área verde após o plantio das 600 mil árvores que comporão a Floresta Estadual do Noroeste Paulista. Vai dar gosto e acho que vai incentivar a melhorar a 21ª posição no ranking do Programa Município VerdeAzul!

Enfim, cuidar do Meio Ambiente é política pública municipal desde quando foi pensado o anel viário que contorna a cidade e o cinturão verde, lá pelo final de 1980. E nada de fazer isto isoladamente! Até mesmo o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), uma obrigação legal,  vira motivo para a implementação de ações conjuntas espontâneas entre Secretarias e SEMAE – Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto … os pontos de apoio e a Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil são nacionalmente conhecidos como empreendimentos de sucesso. Para falar sobre eles, chamem a mestra Ana Silvia Casagrande.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo (SMAURB) é pequena, bem pequena, são apenas 30 servidores e 10 Fiscais.  Então, para ter uma agenda extensa de intervenções ambientais, só mesmo com o auxílio de outras Secretarias e firmando parcerias.

SIGOR –  Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos

A SMA – Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, o SindusCon-SP – Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo e a CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo criaram o SIGOR e o Governador do Estado de São Paulo editou o Decreto Estadual nº 60.520, no dia 05/06/2014 .

O SIGOR, inicialmente com o Módulo – Construção Civil, está hospedado no site da CETESB. É uma plataforma eletrônica alimentada pelos Municípios, órgãos estaduais, geradores, transportadores e pelas áreas de destinação de resíduos. Veja tudo sobre o SIGOR aqui.

São José do Rio Preto foi o Município escolhido para ser o primeiro a implantar o SIGOR.O mérito desta primazia cabe às lideranças de Antônio Falco Júnior, o gerente regional da CETESB, e de Clinger Gagliardi, o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, calcados no êxito dos 16 pontos de apoio e da Usina de Reciclagem de RCC. A solenidade foi no Salão Nobre da Prefeitura, no dia 18/12/2015, e contou, ainda, com a participação de Otávio Okano, presidente da Cetesb, João Luiz Potenza, gerente do Departamento de Políticas Públicas de Resíduos Sólidos e Eficiência dos Recursos Naturais da Cetesb, e Germano Hernandes Filho, diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) Regional de São José do Rio Preto.

Clinger Gagliardi, Secretário de Meio Ambiente e Urbanismo da Prefeitura de São José do Rio Preto, SP, no lançamento do SIGOR – dia 18/12/2015

18/12/2015 – As chefias das Fiscalizações a serviço do SIGOR: Alessandro Salomão (Serviços Gerais), Marcelo Nominato Amaral (Trânsito) e Edson Francisco da Silva Júnior (Meio Ambiente).

18/12/2015 – Maristela Franco Romão (SMAURB), Antônio Falco Júnior (Gerente Regional da CETESB) e Otávio Okano (Presidente da CETESB) na solenidade de lançamento do SIGOR em São José do Rio Preto, SP

18/12/2015 – Lançamento do SIGOR. Adriana Armani e Iris Tomaelo, Fiscais da SMAURB, com Clinger Gagliardi, Secretário da SMAURB, e Antônio Falco Júnior, Gerente Regional da CETESB

Visita de Patrícia Faga Iglecias Lemos

Dia 11/03/2016, Patrícia Faga Iglecias Lemos, a Secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, acompanhada pelo Prof. Orlando Bolçone e por Antônio Falco Júnior esteve no Gabinete do Prefeito, Waldomiro Lopes.

A SMAURB – Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo ganhou um agrado não protocolar. A Secretária foi conhecer os funcionários.

11/03/2016 – Adriana Armani (Fiscal), Patrícia Faga Iglecias Lemos (Secretária Estadual de Meio Ambiente), Alexandre Batista do Carmo (Chefe de Gabinete da SMAURB) e Maristela Franco Romão (Grupo Gestor de Resíduos)

Carona Solidária

No dia 25/05/2016, os 40 funcionários da Secretaria do Meio Ambiente e Urbanismo (SMAURB) realizaram ação “Carona Solidária”.

Todo o esquema da ação foi montado pela Daniela Rocha, estagiária da SMAURB, do agrupamento por regiões de origem dos funcionários à sua divisão por cores e até o logo usado nos cartazes.

25/05/2016 – “Carona Solidária”, ação implementada pela estagiária Daniela Rocha (foto) e o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Clinger Gagliardi, com o logo que ela criou.

A ação #CaronaSolidariaRP fez somente 12 dos 31 veículos circularem no dia 25/05/2016. É simbólico, mas dá bem a ideia do espírito que move esta gente: menos estresse, maior convívio social e redução de CO2. Vamos repetir?!

25/05/2016 – São José do Rio Preto, SP – funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo realizam “Carona Solidária”

25/05/2016 – São José do Rio Preto, SP – funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo realizam “Carona Solidária”

25/05/2016 – São José do Rio Preto, SP – funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo realizam “Carona Solidária”

Dia do Desafio

Promovido pelo SESC, o Dia do Desafio envolveu 3.400 cidades de 19 países. São José do Rio Preto enfrentou San Juan de Miraflores, do Peru. Ganhamos!

Os funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SMAURB) no Dia do Desafio – 25/05/2016

25/05/2016 – Funcionários da SMAURB no Dia do Desafio 2016

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XIV SIMA – Semana Integrada do Meio Ambiente de São José do Rio Preto, SP

A Semana do Meio Ambiente está sendo promovida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo, pelo SEMAE, pela Polícia Ambiental e pela CETESB.

01/06/2016 - programação da XIV SIMA:

“Plantando Água”

01/06/2016 – Abertura da XIV SIMA

Com a presença de 60 convidados, o evento, realizado no auditório do SEMAE, foi marcado pelo lançamento pela superintendente, Ivani Vaz de Lima, de programa inédito para Rio Preto, intitulado “Plantando Água”, em parceria com vários órgãos ambientais.
A iniciativa tem por objetivo cadastrar e ampliar o número de propriedades localizadas às margens de mananciais que abastecem o rio Preto, interessadas no plantio de mudas que ajudem na recuperação da mata ciliar. Mata ciliar recuperada é condição indispensável para o surgimento de novas nascentes, daí o nome do programa “Plantando Água”.
Ivani salientou na abertura da Semana, que as atribuições do SEMAE não se restringem somente ao tratamento da água e do esgoto da cidade: “temos que nos preocupar com a natureza e ampliar a captação de água de superfície, hoje restrita ao rio Preto, que corresponde a 30% do abastecimento da população”.
Para a superintendente, o programa “Plantando Água” é um investimento na qualidade de vida das gerações futuras, pois, somente no córrego Onça vamos plantar 50 mil mudas, totalizando 160 mil de espécies variadas nos próximos cinco anos”
O programa criado pelo SEMAE tem como referência a recuperação de mata ciliar de trecho do córrego do Cedro, onde a autarquia já plantou 25 mil mudas de espécies diversas nos últimos anos.
A localização das propriedades interessadas em se cadastrar no programa, está sendo feita pela Polícia Ambiental, que em um primeiro momento percorreu 47 propriedades ao longo do córrego da Lagoa, afluente do rio Preto, obtendo a autorização de 34 delas.
Além do SeMAE, o “Plantando Água” disponibilizará áreas para empresas particulares de Rio Preto, que necessitam devolver à natureza vegetação nativa para cumprimento de seus passivos ambientais.
A abertura da Semana Integrada do Meio Ambiente teve a participação do secretário municipal de Meio Ambiente, Clinger Gagliardi; do diretor regional da Cetesb, Antonio Falco Júnior; do comandante do 4º. Batalhão da Polícia Ambiental, coronel Douglas Vieira Machado; do secretário municipal de Serviços Gerais, Ivano Pedro Rodrigues Filho; do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Moisés Camargo; da Unesp, através de coordenadores da Estação Ecológica; da regional da secretaria estadual do Turismo; e da Câmara Municipal, representada pela vereadora Alessandra Trigo.
” – fonte: SEMAE

1º Simpósio de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

No dia 03/06/2016, como parte da XIV SIMA, aconteceu o 1º Simpósio de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, realizado pelo SENAC e pela CETESB, apoiado pela Fiesp, Ciesp, Ajoresp e Sinduscon.

Dia de programação extensa e diversificada (fonte: SENAC):

  • 8 horas Abertura do simpósio
  • 8h40 Palestra A Coleta e a Destinação Final dos Resíduos Sólidos Perigosos no Noroeste do Estado de São Paulo
  • 9h10 Palestra A Recuperação/Reciclagem de Baterias de Chumbo-Ácido
  • 9h40 Palestra A Logística Reversa das Embalagens PET de Refrigerantes
  • 10 horas Intervalo
  • 10h30 Palestra A Produção de Fertilizante Orgânico Simples a partir da Concentração de Vinhaça
  • 11 horas Palestra A Triagem, Reciclagem, Compostagem, Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Domiciliares
  • 11h30 Mesa-redonda
  • 12 horas Almoço
  • 13 horas Palestra Recuperação de Metais Preciosos/ Guia de Produção Mais Limpa [P+L] da Cetesb para o Setor Joalheiro
  • 13h30 Palestra Segurança Ambiental Biológica
  • 14 horas Palestra A Coleta, o Transporte e a Destinação Final dos Entulhos de Construção Civil de São José do Rio Preto
  • 14h30 Palestra A Produção mais limpa [P+L] na Indústria Láctea
  • 15 horas Intervalo
  • 15h30 Palestra O potencial da palha da cana-de-açúcar na produção de pasta celulósica
  • 16 horas Mesa-redonda

Jane, Fabiane, Paulo, Adriana Carretero, Edson e Sidnei, Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente e Urbanismo, durante o Simpósio no dia 03/06/2016

03/06/2016 – Palestrantes do 1º Simpósio de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

Lago 2 – atividades ao ar livre

O Lago 2 fica em frente à Secretaria do Meio Ambiente e Urbanismo (SMAURB) de São José do Rio Preto.

O arquiteto Thiago Zaldini Hernandes, que trabalha na SMAURB, fez esta selfie sensacional do verde-azul do Lago 2

E o sábado, dia 04/06/2016, foi de atividades no Lago 2, programadas como parte da XIV SIMA: “caminhada ecológica, apresentação pelos alunos de Arquitetura e Urbanismo da UNIP de um projeto de Praça Sustentável, blitz ambiental, oficina de mudas de temperos e hortaliças com participação da Fatec –Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo, feira de adoção de animais, jogos cooperativos promovidos pelo Sesc, além de música, yoga, meditação, pilates, entre outras atrações.” – fonte: Prefeitura de SJRP

Alexandre Batista do Carmo, Biólogo, Chefe de Gabinete e organizador dos eventos da SMAURB, assim descreve a XIV SIMA:

Chegamos a 14ª SIMA- Semana Integrada do Meio Ambiente de São José do Rio Preto e nesta edição contamos com a colaboração da equipe do Jardim Cultural na organização da atividade que acontecerá no dia 04/06 (sábado), além do Conselho Municipal do Meio Ambiente -COMDEMA. Várias instituições públicas e privadas, ONGs e movimentos populares, apresentarão os trabalhos realizados pelas mesmas, sendo oportuno para população conhecer, participar e apoiar as ações ambientais realizadas em nossa cidade e contribuir com sugestões de melhorias. Ao longo do dia, além das atividades ecológicas, haverá uma programação diversificada de música, dança e integração dos participantes. O local do evento do dia 4/6 será nos quiosques existentes próximo a Administração do Pq. da Represa/Guarda Municipal, além desta data teremos outras ações que acontecerão durante esta Semana.

Alexandre Batista do Carmo reuniu estas fotos das atividades no Lago 2 em meio à programação da XIV SIMA

E pra quem quiser saber o que ainda está acontecendo, dê uma olhada aqui:

XIV Semana Integrada do Meio Ambiente – SIMA

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Por opção, desde 2011, na Fiscalização de Posturas do Meio Ambiente e Urbanismo. Um ano na Fiscalização de Posturas de Serviços Gerais. Seis anos na Fiscalização de Posturas da Fazenda (Atividades Econômicas). Quase dezesseis anos na Fiscalização Tributária (ISS, IVC, Inter Vivos e taxas). Bacharel em Administração e Direito. Pós graduada em Gestão Ambiental. Fiscal de Posturas na Prefeitura de São José do Rio Preto/SP. Denominação do cargo atual: Agente Fiscal de Posturas, sinonímia Fiscal de Atividades Urbanas Coordenadora de departamento por oito anos, sendo dois anos na chefia de fiscalização.

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2019 – Visibilidade FAU

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No dia 21 de dezembro de 2018, a FENAFISC – Federação Nacional dos Fiscais e Auditores Fiscais de Atividades Urbanas, por sua Presidente, Isabel dos Santos, lançou a campanha “2019 – Ano da Visibilidade dos Fiscais de Atividades Urbanas”… o ANO FAU!!!

Por que 2019 tem que ser o ano da visibilidade do Fiscal de Atividades Urbanas?

  • porque poucas pessoas sabem que o FAU é a ocupação descrita no código 2545-05 da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), cujos sinônimos são: Agente fiscal(atividades urbanas), Agente vistor, Auditor de atividades urbanas, Auditor fiscal de atividades urbanas, Fiscal de atividades econômicas, Fiscal de feiras livres, Fiscal de posturas, Fiscal integrado, Fiscal municipal, Fiscal urbano, Inspetor fiscal ou qualquer outra denominação criada pelas Prefeituras para denominar os seus Fiscais com poder de polícia administrativa;
  •  porque somos reconhecidos, mas a profissão não é regulamentada nacionalmente, mesmo existindo desde 1828 no Brasil e presente em todas as 5.570 cidades;
  • porque é preciso profissionalizar a carreira, acessível única e exclusivamente por concurso público;
  •  porque é mais do que necessário que se discuta a segurança, os recursos de trabalho e o contínuo aperfeiçoamento do “ser FAU”.

É preciso que esta campanha não tenha “pais” e “mães”.

É preciso que esta campanha seja adotada pessoalmente por cada Fiscal.

É preciso que ocorram atos e fatos simultaneamente em todas as Fiscalizações do Brasil.

É preciso que encontremos soluções nacionais para que depoimentos como este aqui transcrito, com fatos ocorridos no mesmo dia de lançamento da campanha, sejam coisa do passado.


Está na hora de repensar a atuação da fiscalização

Colegas, precisamos repensar a forma de atuação da fiscalização de BH.

Nesta última sexta dia 21/12/18, 4 fiscais foram convocados para uma ação de reintegração de posse de terreno público em área de ZEIS, no aglomerado Morro das pedras, região oeste de nossa cidade.

Fomos convocados para nos apresentar às 07:30h na regional e logo a seguir, apresentarmo-nos na 125 cia de polícia, próxima a uns 200 do local invadido.

Assim que todo o aparato brifou, partimos para a ação.

Inicialmente , o efetivo dispensado em nossa segurança contava com uma equipe do GEPAR, com três policiais e duas viaturas da GM com 6 ocupantes, além dos 4 fiscais e motoristas e 15 auxiliares para promover a derrubada dos barracos em construção e dos provisórios instalados na área.

Fomos mal recebidos e bloquearam nossa passagem.

Ficaram gritando , insultando os policiais, a nossa equipe e exigiram a presença do advogado no local.

Assim ficamos até às 10h aproximadamente.

Neste ínterim, fomos ameaçados de morte, fomos atacados e a pm e a gm não tinham o efetivo para conter a população.

Às 10:20h aprox. chegou uma outra equipe da pm, e iniciou negociação com os moradores.

Negociaram por conta própria que só as moradias q não estavam habitadas seriam demolidas, em vão.

Começou o confronto, e ficamos sem nenhuma proteção.

Dois fiscais agredidos e um auxiliar ferido por pedrada na cabeça.

O auxiliar foi socorrido por nosso motorista da regional e ficamos sem transporte no morro.

Fomos alvejados por 2 a 3 tiros disparados por moradores do aglomerado.

Escutei os estampidos passando perto.

Eu e outro fiscal fomos avisados pela pm q a nossa entrada estaria garantida e fomos até a cia buscar os auxiliares q teriam se deslocado para lá.

Descemos o morro sem escolta e meu colega foi apedrejado no caminho.

Conversamos com os auxiliares que se encontravam extremamente chocados e abalados pela ação e se recusaram a voltar e derrubar as construções.

Às 12h, chegaram o bope, a tropa de choque e dominaram o cenário.

Só que os auxiliares já tinham ido embora e ação terminou sem a derrubada do barracos.

Não possuímos treinamento para confronto, não temos equipamentos de proteção apropriado e não possuímos armamento para nossa segurança.

Dessa vez corremos sério risco de sermos mortos.

Ficamos 4h numa praça de guerra “num salve-se quem puder”. 

Iniciei esse post com a mesma frase que termino: está na hora de repensar a atuação da fiscalização.

Carlos Henrique Caldeira, Fiscal em Belo Horizonte, em post no dia 23/12/18

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O bom exemplo de Cabo Frio, RJ

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Porque divulgar bons exemplos é o objetivo deste site, fica aqui o registro que foi feito pela Coordenadoria de Posturas de Tamoios, o 2º Distrito de Cabo Frio, RJ, no dia de hoje, 20 de dezembro de 2018.

Mais uma conquista de um governo empenhado em promover a ordem pública. Foi inaugurado hoje, o novo depósito da Coordenadoria de Posturas em Tamoios.
#pracegover
Na foto, a equipe da superintendência de Posturas de Tamoios, em frente ao novo depósito que será utilizado para armazenar o material das apreensões. #recadastramento2018 #coordenadoriadeposturas#sedesc #prefeituradecabofrio


Parabéns, aos #Fiscais e à chefia que valoriza e reconhece o trabalho fiscal!

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Luz no fim do túnel: Prefeitura condenada por agressão

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Prefeitura foi condenada porque agente foi agredido durante ação fiscal.

Registro a notícia como uma luz no fim do túnel para todos os #Fiscais que são obrigados a cumprir agenda fiscal sem que a Prefeitura cuide da sua segurança.

“não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”

A Prefeitura de Jacareí foi condenada pela Justiça a pagar R$ 10 mil por danos morais e R$ 2 mil por danos materiais a um servidor público que estava em desvio de função e que, por conta da negligência da administração em oferecer segurança para o desempenho de seu trabalho, acabou espancado e ficou com sequelas permanentes.

O servidor é concursado como oficial administrativo mas, na ocasião, desempenhava a função de fiscal ambiental, com a responsabilidade de medição de ruídos sonoros em locais alvos de denúncias da população.

O caso ocorreu há seis anos, em maio de 2012. A sentença judicial é do dia 8 de maio e a decisão foi publicada nesta sexta-feira (11), no Diário Oficial. Ainda cabe recurso.

Segundo o advogado do STPMJ (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Jacareí), Ricardo Nobuo Harada, que representou o servidor na ação, a decisão é uma vitória. “A Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio, que colocou o servidor em uma situação insegura sem ter tomado nenhuma providência para resguardá-lo”, disse.

Em um trecho da sentença, o juiz Samir Dancuart Omar, da Vara da Fazenda Pública de Jacareí, afirma que “não há dúvidas de que houve negligência por parte da administração que, mesmo ciente do risco existente na operação de fiscalização, não providenciou o apoio policial a fim de assegurar a segurança do servidor durante o desempenho da atividade de fiscalização”.

“A saúde e a segurança dos trabalhadores devem vir sempre em primeiro lugar, em todos os departamentos da prefeitura. Que essa condenação sirva de lição para que episódios tristes como esse não voltem a acontecer nunca mais na Prefeitura de Jacareí”, disse a presidente do STPMJ, Sueli Cruz.

ENTENDA O CASO

O servidor foi agredido quando fazia um trabalho de rotina de fiscalização por perturbação do sossego público. No dia 26 de maio de 2012 foram acionados para verificar o nível de som gerado por veículos em um baile funk que acontecia ao ar livre, na periferia da cidade.

Chegando lá, o servidor, que operava um decibilímetro (equipamento medidor de nível de pressão sonora), ficou perto de um carro com som alto para fazer uma medição mais precisa. Neste momento, um grupo se aproximou e o espancou.

Ele perdeu os sentidos e foi levado com vários ferimentos para a Santa Casa de Misericórdia, onde ficou vários dias internado.

Na operação, a prefeitura não havia solicitado apoio da Polícia Militar nem da Guarda Civil Municipal, mesmo sabendo que se tratava de local perigoso.

Fonte: https://goo.gl/QNLg9F

“Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”

Com a decisão, o advogado avalia que a Justiça reconheceu a responsabilidade da prefeitura no episódio. “Ele não teve escolha, cumpriu uma determinação da prefeitura sem segurança e ainda em desvio de função”, disse.

Outro lado

A Prefeitura de Jacareí esclarece que não é comum a prática de desvio de função. Atualmente os funcionários da prefeitura, responsáveis pela fiscalização de Normas e Posturas do Município, sempre realizam suas operações acompanhados da Guarda Civil Municipal e, dependendo do caso, conta ainda com o apoio da Polícia Militar.

Sobre o caso, a Procuradoria Geral do Município está avaliando se irá recorrer da decisão.”

Fonte: https://goo.gl/3CyATK

 

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